
Vou chamar ele de Armando.
Tem sentido esse pseudônimo...Porque Armando vive de armar ciladas para si mesmo.
''Há meros devaneios tolos a perturbar, de fato.....''
Armando se sabota.
Armando vive o (e) do passado. Esquece de viver o hoje. E o hoje se torna sempre desinteressante.
armando ciladas e emboscadas para si e para os outros,Armando vai vivendo...mal...num rodamoinho insistente,numa briga entre o bem e o mal, entre o ser o não ser, entre a serpente e a estrela.
Armando acaba sempre contando sua história triste....Pq é importante que seja perdoado. Afinal, ele precisará...Ele será mau com você, te fará sofrer. Mas antecipa o perdão.
A sorte do mundo é que,pra ele 90% das pessoas são desinteressantes.
Um dia,ele encontrou alguém que não o perdoou.
"Epa,tá errado de novo. Quem tem que abandonar,sou eu!''- bradou Armando! Bebe, pira e quer vencer no grito, pq na poesia ele não aguenta mais. Mas o grito é interno. Armando não teria coragem de proferir essas palavras.
Ele age com uma dose de manipulação velada, (in)discreta...
É...de fato,ele precisa tratar de si com mais esmero. Ao invés de ficar tentando abrir a alma dos outros, Armando deveria abrir a sua e começar a ''vomitar'' o que há de podre em si.
Há um preço, claro. Pague!
Mas isso só vale,se Armando sofrer com as dores que causa....Pq as dores que causa, variam...
Mas a dele...ah, a dele é sempre a mesma.....(diz ele que sofre e por ora,eu acredito nele)
Dedico a ele:
Ilusões, terras frias, momentos distantes,
A alma vaga pelo querer e o talvez
Enquanto isso o mundo gira como criança em dia de festa
e vamos perdendo a inocência.
Particularidades do ser, envoltos estamos todos,
na busca por respostas – qual a razão dessa existência?
Essa, que nos faz perder tantas vezes, que nos tira do prumo.
Divagando em pensamentos, em busca de um rumo.
A alma é quase fria, vai-se perdendo a poesia
O tom é de passagem, o toque é sutil, tão breve
A mente a dar voltas procurando a sua razão
Mas para que saber se nos perdemos na própria ilusão?
Estabelecemos um contato entre o que sentimos e o que é certo
E o coração não cala na sua linguagem crua, alma nua
Queria poder dizer que não sou tua
Mas o sentimento tem voz própria, e tanto e quanto, ele tem razão.
A inquietude persiste, não cala, ela sempre fala,
Quando o tempo é o presente, ainda que não seja suficiente para
serenar, envolvo-me em sim e em talvez, perdendo-me na mesma
pequenez quando a alma me diz que é preciso calar…
Um dia chego lá, um dia encontro o rumo e tomo o prumo
Esse dia é perto porque encontro a coragem
E ainda que as vistas ao prazer atrase a caminhada
Não importa – certa é a chegada!
[poesia de Andréa Menezes]
Que inspiracao! continue assim! beijaoo
ResponderExcluirwww.joicekelly.blogspot.com
Oi Quê
ResponderExcluirDe quem é o texto? É seu? Ótimo mesmo, adorei!
Bj,
Celinha
Sem palavras.... apenas um desnudamento, se é que essa palavra existe, de meu momento.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirCelinha,
ResponderExcluirO texto é meu, a poesia de Andréa Menezes.
beijos