'ESTOU APENAS ENTERRANDO AS IMPUREZAS E TOXINAS DA MINHA VIDA E DEIXANDO BROTAR UMA BELA E FRUTÍFERA ÁRVORE, E QUE SEJA DOCE' [Caio F]

terça-feira, 14 de junho de 2011

Gueixa disso


"Aquele cafajeste de outrora mudou, não é mais o tipo machista e intolerante.
Esqueça o Jece Valadão. Há outro canalha mais perigoso em ação, uma mutação cultural:
um canalha caseiro, que se aproxima da mulher para roubar sua alma."
Essa sentença é do Fabrício Carpinejar.

O canalha de hoje vê filme francês, não têm muitos amigos homens, morre de amores pela figura materna, mas engana todo mundo mesmo sem trocar os lençóis.
O que configura também a mutação da mulher moderna.
Após anos de lutas feministas, olha o que conseguimos:
Burros de carga que se matam trabalhando para ganhar menos que os homens, acham aborto massa mas se esquecem da pílula (ui, dá celulite!), dão de graça para qualquer um e continuam tapando o sol com a peneira quando o assunto é canalhice masculina (afinal, você precisa agradar o seu namorado não assumindo sua personalidade e agindo feito uma gueixa. Traiu? Tudo bem, "swee").
Nelson Rodrigues já previa no que essa putaria ia dar desde a década de 60:
"O homem nunca foi tão pouco homem e a mulher nunca foi tão pouco mulher."

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