GOSTEI MESMO,porque a Imagem faz diferença,claro! Mas tratar bem,mais ou menos ou mal pela roupa que a pessoa veste,é algo que me irrita fácil.:p

Coisa de Carioca
Mineiro se acostuma fácil com tudo e qualquer coisa e uma das desvantagens nisso, que se vê por ai (muito) são ambientes e lugares que medem a qualidade do cliente pela roupa que ele veste. Seria isso normal?! Olham torto para uns, quase estendem um tapete vermelho para outros. Pois bem. O que amei nessa viagem ao Rio foi perceber, vez por todas, que lá as coisas aparentemente são um pouquinho diferentes – me corrijam caso eu esteja enganada. Percebe-se que pelo jeito despojado do pessoal se vestir os lugares e as pessoas não te analisam só pela sua imagem, fazendo dela algo a mais e não uma causa ou motivo para construir opiniões finais. Apesar de todos os pesares da cidade, e de tudo mais, vê-se que não é preciso estar toda emperiquetada para ser bem tratada. Isso é bom. Poderia ser assim em mais lugares.
Falando em estilo despojado, mas nem por isso pouco chique, alguém ainda não parou para amar Carolina Dieckmann?! Digo pelo jeito dela vestir e compor peças básicas com outros clássicos, sem deixar de lado sua personalidade jovem a ainda assim sexy. Não me importa se ela é chata, amiga ótima ou metida; o que importa é que ela é muito bem vestida pela sua personal stylist, a tão falada e badalada Manu Carvalho. Mas acho que só isso não seria capaz de fazer o visual funcionar…. o que gera esse resultado bacana é a personalidade dela, da Carol, que entra no clima da imagem (ou vice-versa) fazendo com que uma bolsa Chanel seja só algo normal em seu look, nada de demais. Ela não ostenta o que veste… ela incorpora aquilo ali com uma naturalidade que serve de inspiração.
E está ai. Uma referência viva do estilo carioca, sendo possível passar tudo isso pra vida das pessoas de verdade. Tirando as marcas estreladas dá para “copiar” o visual da colecionadora de bolsas Chanel com peças normais e acessíveis…. dá, também, para encontrar esse ponto perfeito entre o exagero que sufoca e a simplicidade exagerada que faz qualquer um sumir no meio da multidão. Tudo isso à la Carolina Dieckmann.
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